domingo, 2 de outubro de 2016

Eleições e a pequena esperança para o Futuro


Como uma cidade que avançou tanto em direitos humanos pode achar que está indo por um caminho errado? Que o caminho que acolhe a todos é o pior que pode existir?
São esses questionamentos que que os moradores de São Paulo deve fazer para si nessa nova gestão que está para chegar.

O que esperar desse governo para as minorias? O que será dos programas de ciclovia, dos LGBT, das ruas fechadas, das ciclovia e tantas outras melhorias que está cidade teve. Um governo feito de ricos nunca prioriza todos apenas poucos.

Essa capital não aprende o que gigantesco erro que temos com o governo estadual, parece não se importar com ela mesma, se maltratando desta forma, preferindo o fim de sua frágil humanidade.

Com um governo estadual pouco se importando para as minorias e para os jovens da periferia. Sucateando pouco a pouco a educação pública. E um governo federal querendo uma destruição dos programas da gestão Lula-Dilma e sua placa de vende-se para todos os lados.

O momento agora é tenso e preocupante para a esquerda, vemos uma derrota não sou em nossas cidades, mas também em nossos países vizinhos. Precisamos nos unir antes que tudo que conquistamos caia e esteja apenas em nossas lembranças. Uma união nacional da esquerda deve acontecer urgentemente, pois as eleições de 2018 já começaram e a dúvida que devemos esclarecer é, estamos prontos para a esquerda se unir e proteger as conquistas que sobreviveram até lá?

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Depois do Livro

Nessa semana comecei a ler um livro que havia gostado de sua capa e achei interessante sua resenha. O tema do livro é uma questão sobre se o amor pode ser comprado. Fiquei curioso e comecei a leitura.

Cada capitulo me deixa ver um defeito que eu tinha ao escrever, a pressa. Queria ações rápidas e a todo instante e isso eu pude sentir como um leitor fica ao ver o tempo passar tão rápido e as ações chamarem muito a atenção. Esses fatos me prenderam na leitura de um jeito que nunca havia me sentido preso.       

A leitura ficou fantástica e a cada página uma ação nova e novos personagens até que a trama se desenrolou, então comecei uma nova fase do livro onde havia trafico de pessoas, estupros, agressões físicas e psicológicas. Uma parte que o personagem central teria que se decidir entre liberdade ou a própria vida, onde o personagem central decidiu amar seu estuprador e seqüestrador.

Quando o livro chegou nessa parte me sentia enjoado e com menos vontade ler o livro, embora eu gostaria de saber como acabaria. Decidi ir até o fim e ver como daria essa história. Sentia-me mal por ver o personagem central se entregar e achar compreensível e normal amar o seu opressor, isto me fez ficar furioso com o personagem, como alguém prefere não ver a verdade. Então isso foi como despertar de um sono profundo.

Desde os 15 anos eu preferi ter um posição política, desde os 10 já gostava de saber como tudo funcionava. Queria saber como vulcões funcionavam e porque provocavam terremotos, o que podíamos fazer para mudar isso também pesquisa como o mundo foi formado e como as estrelas são de verdade. Isto me fez amadurecer e perceber que estamos sozinhos na escuridão infinita, no principio vem uma tristeza e logo vem uma compreensão seguida por uma paz. Dos 14 para os 15 comecei a querer entender como funcionava o sistema que nos rodeio, o que era o dinheiro e o que era Deus. Então me descobri descrente e uma pró-comunista. Então cheguei aos 16 e já sabendo de alguma coisa e querendo descobrir o resto do mundo ficava inconformado como as pessoas de minha idade ou mais velhas ainda eram pouco esclarecidas.
Esse fato que me fez ficar tão furioso com o personagem, isto que me incomodou nas pessoas e me fez afastar delas de muitas delas. Não posso culpar uma pessoa quando na verdade o que me fez para de ser popular foi apenas minha frustração com todos a minha volta.

Hoje já consigo ter um pouco mais de entendimento que ninguém cresce igual ao outro, todos temos ritmos e para alguns não é necessário de algo, que para outro é de extrema importância.


A fúria com o livro acabou quando chegamos no seu final e pude ver que havia esperança para o protagonista, que ele não era burro ele apenas não queria ver a realidade, que por sinal, estava sendo a pior possível. O único meio de se proteger era fugindo daquela realidade cruel e repugnante.                                                                                                                                                                                                                                                            

domingo, 18 de setembro de 2016

O que queremos

Quando eu era uma criança essa era a pergunta mais fácil de se responder, mas vamos crescendo e cada dia encontrando uma coisa nova e uma paixão para cada coisa. A confusão vem crescendo e as escolhas cada vez mais difíceis de se fazer.

A pergunta mais simples que existe é feita aos 5 anos, “qual profissão você vai seguir?”. Primeiro uma olhada rápida para os pais e a resposta que os encherão de orgulho, mesmo que você não saiba o que é aquilo.

Logo no fim do fundamental sua mente só quer saber de se divertir e conhecer o mundo, e fazem essa grande pergunta novamente, você responde com algo que o faria feliz naquele momento, poucos estão certos do que seguiram, e muitos estão cheios de dúvidas. O que queremos é apenas rir e nos divertir.

Chegamos ao ensino médio onde estamos com muito temor do fim da escola, muitos amigos feitos e muitas histórias criadas. O que vamos ser quando sairmos daqui? A reposta tem que ser exata e já deve vir com uma justificativa. “Farei isso por que gosto dessa matéria”. Nada profundo com uma grande explicação, mas com muito medo de errar, como se aquele curso fosse ser o único de sua vida e você faria aquilo para sempre.

Depois de sair da escola alguns já iniciam a faculdade por vontade própria e outros por vontade dos pais. Outros fazem cursos e buscam coisas novas, mas sofrem pensando que estão perdendo tempo. Não vocês não estão perdendo tempo, estão amadurecendo.

Passar um tempo sem a escola significa um tempo de amadurecimento, de autoaprendizagem, você aprende como cada coisa deve ser estudada, quais coisas você realmente gosta de fazer, aprende no cursinho que aula deve assistir e qual aula você só precisa ler. Ficar sem a escola e longe da faculdade não significa ficar parado esperando o tempo passar, você está aprendendo com você mesmo.


Fazer um esporte que você gosta, aprender a fazer sua comida favorita, tocar violão, fazer novos amigos, conhecer novos lugares, trabalhar em algo para fazer aquela grande viagem, etc. Fazer tudo isso significa aprender mais com você, sentir a vida vale muito mais do que trabalhar ou fazer um curso, sentir a vida é se sentir vivo e isso não tem preço. 



Dono do dogpensador - ele deixou eu fazer alguns artigos....

sábado, 17 de setembro de 2016

A vida moderna



Todo dia eles acordam cedo, tomam banho, comem correndo e me deixam sozinho. Eu quero passear ver o sol do lado de fora dessa casa, caçar gatos e ratos.

A noite eles chegam em casa, corro para eles com a coleira na boca, mas o máximo que ganho é um cafuné rápido. Onde eles vão? O que fazem nesses lugares? Porque é mais importante sair do que me fazer feliz?

Estava assistindo a caixa preta chamada de televisão, vi que muitas pessoas saem de casa para ir a um lugar chamado trabalho, pessoas que não vão ficam triste por que não podem comprar coisas que nunca vão usar. Meus donos compraram uma fritadeira eletrônica, mas só usaram no dia que ela chegou, roubei comida da mesa neste dia, estava tão bom, mas dormi fora de casa.

A caixa preta também dizia que andava tudo ruim, uma coisa chamada política e economia. O país irá se afundar e ninguém vai se salvar só quem tem um coisa chamada dinheiro. Meus donos ficavam nervosos quando viam isso. Eu só queria cafuné atrás da orelha.

Tanta coisa eu vi nessa caixa, pessoas falando de muitas coisas, umas contrárias as outras. Tem um canal que mostra comida o dia todo é tão bom, mas não consigo comer.